Resultado Turma D

ALUNO 1° BIM. 2º BIM.
Adenilson de Moura Dutra 8,0 8,5
Adriely de Assis Silva 8,0 8,5
Anderson Miranda dos Santos 8,0 8,5
André Tenório Damasceno 8,0 8,5
Andréia Soares de Jesus 8,0 8,0
Anne Thayse Tenório 7,5 8,0
Cláudio Filipe Santos 7,5 8,0
Clévia Maria de Oliveira 7,0 7,0
Cristiane da Silva 8,0 8,5
Cristiane S. Santos 8,0 8,5
Daniela Karla Tenório 8,0 8,0
Denis Neris Barboza 7,5 8,0
Edilma Silva Dias 7,0 7,5
Edna Maria Vieira 8,0 8,5
Élcio Teixeira de Souza 8,0 8,5
Emanoela Alves Araújo 8,0 8,0
Érika Cristiane Lopes 8,0 8,5
Fabiana Carneiro dos Santos 8,0 8,5
Genilton Félix da Silva 8,0 8,5
Itayane de Almeida Silva 7,0 8,0
Izabel Maria das Neves 7,0 7,5
Jaciel Guilherme da Silva 8,0 8,0
Josival Alves da Silva Jr. 7,0 7,5
Yamar Santos 8,0
Kelline Ferreira de Oliveira 8,0 8,5
Laíne Timóteo Avelino 7,5 8,0
Maria Cremilda de Souza 8,0 8,5
Mariana Ferreira Amaral 8,0 8,0
Maxwell Rogério da Silva 8,0 8,5
Mayara Firmino Silva 8,0 8,5
Murilo de Oliveira Santos 7,0 7,5
Paulo Gustavo da Silva 7,5 8,0
Paulo Rodolfo Cavalcante 7,0 7,5
Raul Correia dos Santos 8,0 8,5
Rejane Márcia dos Santos 8,0 8,5
Simon Silva Lima 8,0 8,5
Suzanny Carla Santos 8,0 8,5
Taciana Regina Silva 8,0 8,5
Taísa Lúcio de Magalhães 8,0 8,5
Thayse de Oliveira e Silva 8,0 8,5
Thiago Ximenes da Fonseca
Vandeílson Frankilin da Silva 8,0 8,0
Wanderson Bruno 8,0 8,5
Wescley da Silva Tavares 8,0 8,5

Add a comment dezembro 5, 2008

Congresso Acadêmico

 

O Congresso Acadêmico foi bastante interessante, algumas pessoas participaram pela primeira vez, nos deu a oportunidade de participar de um evento bastante informativo como as palestras que participei, em relação aos mini cursos não teve vagas suficientes. O lado positivo que a a procura foi maior que a oferta. Teve um grande número de alunos que trouxeram 3 a 4 quilos de alimentos, e tiveram que doar, justamente por não conseguir vagas.

      A questão das palestras,  que tinham poucas pessoas participando, é uma falta de respeito ao profissional, prova que alguns alunos só se interessam por assuntos vistos em sala de aula, o que nas palestras abordaram foram assuntos além da sala de aula.

      Espero que nos próximos congressos aumentem o número de vagas e nos der a oportunidade de participar dos mini cursos, e que sejam oferecidos novas palestres interessantes nas áreas que estamos cursando.

Add a comment novembro 24, 2008

Planilha de Despesas

        PLANILHA DE DESPESAS 
MÊS COMIDA LAZER ROUPA TRANSPORTE AGUA/LUZ/TEL. EDUCAÇÃO TOTAL
 
JANEIRO 250,00 50,00 120,00 20,00 85,00 400,00 925,00
FEVEREIRO 312,00 25,00 60,00 24,00 68,00 400,00 889,00
MARÇO 280,00 40,00 80,00 20,00 92,00 400,00 912,00
ABRIL 320,00 35,00 x 12,00 60,00 400,00 827,00
MAIO 270,00 25,00 75,00 18,00 55,00 400,00 843,00
JUNHO 300,00 60,00 150,00 20,00 83,00 400,00 1.013,00
JULHO 350,00 80,00 100,00 24,00 65,00 400,00 1.019,00
AGOSTO 280,00 40,00 250,00 18,00 39,00 400,00 1.027,00
SETEMBRO 315,00 50,00 x 12,00 85,00 400,00 862,00
OUTUBRO 350,00 60,00 90,00 24,00 70,00 400,00 994,00
NOVEMBRO 290,00 55,00 x 20,00 92,00 400,00 857,00
 
TOTAL 3.317,00 520,00 925,00 212,00 794,00 4.400,00 10.168,00
TOTAL GERAL R$ 10.168,00          
                   

Add a comment novembro 24, 2008

Perfil

MARIA CREMILDA DE SOUZA

ARQUITETURA E URBANISMO

TURMA D

CAMPOS ARAPIRACA

Add a comment novembro 12, 2008

Foto

Add a comment outubro 8, 2008

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Add a comment outubro 8, 2008

O Surgimento da Filosofia na Grécia Antiga

1.      A passagem do pensamento mítico para o filosófico-científico

Os diferentes povos da Antiguidade – assírios e babilônios chineses e indianos, egípcios, persas e hebreus –, todos tiveram visões próprias da natureza e maneiras diversas de explicar os fenômenos e processos naturais. Só os gregos, entretanto, fizeram ciência, e é na cultura grega que podemos identificar o princípio deste tipo de pensamento que podemos denominar, nesta sua fase inicial, de filosófico-científico.

O pensamento mítico consiste em uma forma pela qual um povo explica aspectos essenciais da realidade em que vive: a origem do mundo, o funcionamento da natureza e dos processos naturais e as origens deste povo, bem como seus valores básicos. O mito caracteriza-se, sobretudo pelo modo como estas explicações são dadas, ou seja, pelo tipo de discurso (fictício ou imaginário) que constitui.

As lendas e narrativas míticas não são produto de um autor ou autores, mas parte da tradição cultural e folclórica de um povo. O mito é, portanto, essencialmente fruto de uma tradição cultural e não da elaboração de um determinado indivíduo.

Por ser parte de uma tradição cultural, o mito configura assim a própria visão de mundo dos indivíduos, a sua maneira mesmo de vivenciar esta realidade. O mito não se justifica, não se fundamenta, portanto, nem se presta ao questionamento ou à crítica. Ou o indivíduo é parte dessa cultura e aceita o mito como visão do mundo, ou não pertence a ela e, nesse caso, o mito não faz sentido para ele. Um dos elementos centrais do pensamento mítico e de sua forma de explicar a realidade é o apelo ao sobrenatural, ao mistério, ao sagrado, à magia.

É Aristóteles que afirma ser Tales de Mileto o iniciador do pensamento filosófico-científico. Podemos considerar que este pensamento nasce basicamente de uma insatisfação com o tipo de explicação do real que encontramos no pensamento mítico. É nesse sentido que a tentativa dos primeiros filósofos da escola jônica foi buscar uma explicação do mundo natural baseada essencialmente em causas naturais, o que consiste no assim chamado naturalismo da escola. A chave da explicação do mundo de nossa experiência estaria então, para esses pensadores, no próprio mundo, e não fora dele.

É significativo que Tales de Mileto seja considerado o primeiro filósofo e que o pensamento filosófico tenha surgido não nas cidades do continente grego como Atenas, mas nas colônias gregas do Mediterrâneo oriental, no mar Jônico. Nessas cidades conviviam diferentes culturas, e de forma harmoniosa, pois o interesse comercial fazia com que os povos que aí se encontravam, fossem bastante tolerantes. É possível, assim, que a influência de diferentes tradições míticas tenha levado à relativização dos mitos. O caráter global, absoluto, da explicação mítica teria se enfraquecido no confronto entre diferentes mitos e tradições.

 

 2.      Noções fundamentais do pensamento filosófico-científico

 

Ø  A physis

O objetivo de investigação dos primeiros filósofos-cientistas é o mundo natural; sendo que suas teorias buscam dar uma explicação causal dos processos e dos fenômenos naturais a partir de causas puramente naturais, isto é, encontráveis na natureza, no mundo concreto e não no divino como nas explicações míticas.

 

Ø  A causalidade

Explicar é relacionar um efeito a uma causa que o antecede e o determina. Explicar é, portanto, reconstruir o nexo causal existente entre os fenômenos da natureza, é tomar um fenômeno como efeito de uma causa. O que distingue a explicação filosófica-científica da mítica é a referência apenas a causas naturais.

A explicação causal possui, entretanto, um caráter regressivo. Ou seja, explicamos sempre uma coisa por outra e há assim a possibilidade de se ir buscando uma causa anterior, mais básica, até o infinito.

 

Ø  A arqué (elemento primordial)

A fim de evitar a regressão ao infinito da explicação causal, esses filósofos postularam a existência de um elemento primordial que serviria de ponto de partida para todo o processo. Tales foi o primeiro a formular essa noção, afirmava ele ser a água (hydor) o elemento primordial. Porém, o importante na contribuição de Tales não é a escolha da água, mas a própria idéia de elemento primordial.

A importância da noção de arqué está exatamente na tentativa por parte desses filósofos de apresentar uma explicação da realidade em um sentido mais profundo, tal princípio daria precisamente o caráter geral a esse tipo de explicação, permitindo considerá-la como inaugurando a ciência.

 

Ø  O cosmo

O cosmo é o mundo natural, bem como o espaço celeste, enquanto realidade ordenada de acordo com certos princípios racionais. O cosmo, entendido assim como ordem, opõe-se ao caos (kaos), que seria precisamente a falta de ordem. É importante notar que a ordem do cosmo é uma ordem racional, é a racionalidade deste mundo que o torna compreensível, por sua vez, ao entendimento humano.

 

Ø  O logos

O logos significa discurso, mas ele difere fundamentalmente do mythos, a narrativa de caráter poético que recorre aos deuses e ao mistério na descrição do real. O logos é fundamentalmente uma explicação, em que razões são dadas. É nesse sentido que o discurso dos primeiros filósofos é um logos.

 

Ø  O caráter crítico

As teorias formuladas pelos primeiros filósofos não eram de forma dogmática, não eram apresentadas como verdades absolutas e definitivas, mas como passíveis de serem discutidas, de suscitarem divergências e discordância.

 

Karl Popper

 

            Em lugar de uma transmissão dogmática da doutrina encontramos uma nova atitude, a tradição crítica da doutrina. A dúvida e a crítica existiam certamente antes disso. O que é novo, porém, é que a crítica tornou-se agora, por sua vez, parte da tradição da escola.

2 comentários setembro 25, 2008

Sociedade

Jovens interagindo em uma sociedade diversa do ponto de vista étnico.

Uma sociedade é um grupo de indivíduos que formam um sistema semi-aberto, no qual a maior parte das interações é feita com outros indivíduos pertencentes ao mesmo grupo. Uma sociedade é uma rede de relacionamentos entre pessoas. Uma sociedade é uma comunidade interdependente. O significado geral de sociedade refere-se simplesmente a um grupo de pessoas vivendo juntas numa comunidade organizada.

A origem da palavra sociedade vem do latim societas, uma “associação amistosa com outros”. Societas é derivado de socius, que significa “companheiro”, e assim o significado de sociedade é intimamente relacionado àquilo que é social. Está implícito no significado de sociedade que seus membros compartilham interesse ou preocupação mútuas sobre um objetivo comum. Como tal, sociedade é muitas vezes usado como sinônimo para o coletivo de cidadãos de um país governados por instituições nacionais que lidam com o bem-estar cívico.

Pessoas de várias nações unidas por tradições, crenças ou valores políticos e culturais comuns, em certas ocasiões também são chamadas de sociedades (por exemplo, Judaico-Cristã, Oriental, Ocidental etc.). Quando usado nesse contexto, o termo age como meio de comparar duas ou mais “sociedades” cujos membros representativos representam visões de mundo alternativas, competidoras e conflitantes.

Também, alguns grupos aplicam o título “sociedade” a eles mesmos, como a “Sociedade Americana de Matemática”. Nos Estados Unidos, isto é mais comum no comércio, em que uma parceria entre investidores para iniciar um negócio é usualmente chamada de uma “sociedade”. No Reino Unido, parcerias não são chamadas de sociedade, mas cooperativas.

Margaret Thatcher não foi a única a dizer que não existe sociedade. Ainda há um debate em andamento nos círculos antropológicos e sociológicos sobre se realmente existe uma entidade que poderíamos chamar de sociedade. Teóricos marxistas como Louis Althusser, Ernesto Laclau e Slavoj Zizek argumentam que a sociedade nada mais é do que um efeito da ideologia dominante e não deveria ser usada como um conceito sociológico.

 

Add a comment setembro 25, 2008

Tabela ASCII

http://www.sabereletronica.com.br/files/file/Tabela%20ASCII%20-%20Artigo%20Comunicacao%20RS-232.PDF

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